quinta-feira, 9 de junho de 2011

CAIXINHA DE DEUS

Há certo tempo, um homem pediu uma grande benção ao Senhor, mas castigou sua esposa que seria usada por Deus naquele momento, por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado. O dinheiro estava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a sua esposa envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la ao lado de sua cama. Apesar de tudo, na manhã seguinte, a esposa levou o presente a seu marido e disse: "Isto é para você meu bem!". Ele se sentiu envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia. Gritou: "Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?" A esposa com lágrimas disse: "Oh, meu bem, não está vazia. Eu somente te entreguei o que o Senhor me ordenou, nesta caixa tem uma nova unção para sua vida, talentos e a Grande Benção que você pediu ao Senhor, ela é somente um símbolo. Tudo isso é para você meu bem!" O homem quase morreu de vergonha e arrependimento, abraçou sua esposa e suplicou que ela o perdoasse. Esse homem guardou a caixa dourada por anos e sempre quando se sentia triste e sem esperanças, ele tomava a caixa e recebia a unção do Senhor e se renovava.
                   

Amados, devemos sempre estar vigilantes, pois nós temos recebido a cada dia um caixinha cheia de um amor incondicional e bênçãos do Senhor e depende de nós a manutenção dessa caixa. Sejamos Vigilantes! Se ainda não recebeu esta caixinha, tome posse nesse momento em nome de Jesus!
                   

quarta-feira, 8 de junho de 2011

UMA INFORMAÇÃO POR FAVOR !

 
Uma Informação por favor... 
Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança. Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na Cômoda da sala. Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém.
Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era "Uma informação, por favor" e não havia nada que ela não soubesse. "Uma informação, por favor" poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa.
Minha primeira experiência pessoal veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A dor era terrível, mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia.
Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido ate que pensei: O telefone!´Rapidamente fui ate o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente a cômoda da sala. Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse: "Uma informação, por favor". Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido: "Informações".
"Eu machuquei meu dedo...", disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência.
"A sua mãe não está em casa?", ela perguntou.
"Não tem ninguém aqui...", eu soluçava. "Está sangrando?"
"Não", respondi. "Eu machuquei o dedo com o martelo, mas tá doendo..."
"Você consegue abrir o congelador?", ela perguntou. Eu respondi que sim.
"Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo", disse a voz. Depois daquele dia, eu ligava para "Uma informação, por favor" por qualquer motivo.
Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Philadelphia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática. Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas.
Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Eu liguei para "Uma informação, por favor" e contei o ocorrido. Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo.
Mas eu estava inconsolável. Eu perguntava:
"Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?"
Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente: "Paul, num futuro bem próximo não haverá mais dor, tristeza, lágrimas, rancor, nem a morte..." De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor.
No outro dia, lá estava eu de novo. "Informações.", disse a voz já tão familiar. "Você sabe como se escreve 'exceção'?"
Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacífico.
Quando eu tinha 9 anos, nos nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga. "Uma informação, por favor" pertencia aquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala.
Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória. Freqüentemente, em momentos de dúvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo.
Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentilao perder tempo atendendo as ligações de um molequinho.
Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos.
Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos. Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o numero da operadora daquela minha cidade natal e pedi: "Uma informação, por favor."
Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo: "Informações."
Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando: "Você sabe como se escreve exceção'?" Houve uma longa pausa. Então, veio uma resposta suave: "Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul."
Eu ri. "Então, é você mesma!", eu disse. "Você não imagina como era importante para mim naquele tempo."
"Eu imagino", ela disse. "E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse."
Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã.
"É claro!", ela respondeu. "Venha até aqui e chame a Sally."
Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã. Quando liguei, uma voz diferente respondeu : "Informações." Eu pedi para chamar a Sally.
"Você é amigo dela?", a voz perguntou.
"Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul."
"Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas." Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou:
"Espere um pouco. Você disse que o seu nome eh Paul?
"Sim."
"A Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler pra você."
A mensagem dizia: "Paul, num futuro bem próximo não haverá mais dor, tristeza, lágrimas, rancor, nem a morte..  
Ele vai entender",
Eu agradeci e desliguei. Eu entendi...


Pois é....

http://luanuarj.zip.net/images/cncy_p_decoration00020012.gifAs pessoas se lembram das"MARCAS"que deixamos,e assim
devemos ter cuidado com elas, o propósito
é buscar sempre marcas positivas na vida das pessoas,
e aprender que a nossa palavra tem um poder,
assim, podemos construir ou destruir e esta diferença 
é apenas uma opção se as palavras que saem de nossa boca serão
“bem ditas” ou “mal ditas”. 
Pense nisso!
E trate da melhor maneira possível as pessoas que estão ao seu redor,independente da idade, independente da sua condição e posição social, enfim, trate a todos com dignidade!!!Blog de vivendo : Expressando Emoções, So não erra quem não faz
Em parceria com o melhor locutor de todos os tempos,
Link dessa mensagem na vóz belíssima do Locutor ROBSON FERNANDES 


Blog de vivendo : Expressando Emoções, So não erra quem não faz

terça-feira, 7 de junho de 2011

A FORTUNA E O MENDIGO

Um dia, um mendigo esfarrapado estava se arrastando de casa em casa, carregando uma malinha velha.
Em cada porta, pedia alguns centavos para comprar comida.
Queixava-se da vida, imaginando por que as pessoas que tinham bastante dinheiro nunca estavam satisfeitas, sempre querendo mais.
- Por exemplo, o dono desta casa - disse - , eu o conheço muito bem. Sempre foi bem nos negócios e, há muito tempo, ficou imensamente rico. Pena que não teve a sabedoria de parar por ali. Podia ter transferido os negócios a outra pessoa e passado o resto da vida descansando. Mas, em vez disso, o que foi que ele fez?

Resolveu construir navios, enviando-os para comerciar com países estrangeiros. Pensou que ia ganhar montanhas em ouro. Mas caíram fortes tempestades; os navios naufragaram e toda a sua riqueza foi engolida pelas ondas.
Agora, todas as suas esperanças jazem no fundo do mar, e sua grande riqueza desapareceu, como se acordasse de um sonho.
- Há muitos casos como esse.
Os homens nunca ficam satisfeitos enquanto não conseguem ganhar o mundo inteiro!
Quanto a mim, se tivesse o suficiente para comer e me vestir, não ia querer mais nada!
Nesse momento, a Fortuna veio descendo a rua e parou quando viu o mendigo. Disse-lhe:
- Escute! Há muito tempo venho querendo ajudá-lo. Segure sua malinha enquanto eu despejo umas moedas de ouro nela.
Mas só faço isso com uma condição: o que ficar na malinha será ouro puro, mas o que cair no chão vai virar poeira. Está compreendendo?

- Sim, sim, claro que compreendo - disse o mendigo.
- Então tome cuidado - disse a fortuna.
- Sua malinha está velha, é melhor não a encher muito.
O mendigo estava tão contente que mal podia esperar. Abriu rapidamente a malinha e uma torrente de moedas de ouro foi despejada ali dentro.

Logo, a malinha foi ficando muito pesada.
- Já é o bastante? - perguntou a Fortuna.
- Ainda não.
- Mas ela já não está rachando? Que nada!
As mãos do mendigo começaram a tremer.
Ah, se a torrente de ouro pudesse fluir para sempre! - Agora você já é um homem muito rico!
- Só mais um pouquinho - disse o mendigo. Só mais uns punhados.
- Pronto, já está cheia. Essa malinha vai explodir!
- Mas ainda agüenta um pouquinho, só mais um pouquinho!
Caiu mais uma moeda - e... a malinha estourou.
O tesouro caiu ao chão e virou poeira. A Fortuna havia desvanecido.
Agora, o mendigo só tinha mesmo a malinha vazia, ainda por cima rasgada de alto abaixo.
Estava mais pobre do que antes.

Blog de vivendo : Expressando Emoções, Até onde podemos ir? 
Pois é pessoal, vocês conhecem aquela história,quem tudo quer, nada tem? CUIDADO,SE VIGIAM!

Do livro: O Livro das Virtudes II - O Compasso Moral
William J. Bennett - Editora Nova Fronteira
Blog de vivendo : Expressando Emoções, So não erra quem não faz
Em parceria com o melhor locutor de todos os tempos,
Link dessa mensagem na vóz belíssima do Locutor ROBSON FERNANDES 

Blog de vivendo : Expressando Emoções, So não erra quem não faz

domingo, 5 de junho de 2011

PÃO COM MANTEIGA

 

Conta a história que um casal tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata.

A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo.

Ela pensou:

" Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por vinte e cinco anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida ".

Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:

- Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante vinte e cinco anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!

Moral da história: Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe...
Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você...
Deixe-o falar e quando não entender, não traduza, peça que ele explique melhor.
Essa história pode ser aplicada não só para casais, mas também para pais e filhos, amigos e até mesmo no trabalho.
 Blog de vivendo : Expressando Emoções, So não erra quem não faz

sexta-feira, 3 de junho de 2011

O MARCENEIRO E AS FERRAMENTAS

Contam que em uma marcenaria houve uma estranha assembléia.

Foi uma reunião, onde as ferramentas juntaram-se para acertar suas diferenças.

Um martelo estava exercendo a presidência, mas, os participantes lhe notificaram que teria que renunciar.

A causa? Fazia demasiado barulho e além do mais passava todo tempo golpeando.

O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.

Diante do ataque o parafuso concordou, mas por sua vez pediu a expulsão da lixa.

Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.

A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro, que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito.

Neste momento entrou o marceneiro, juntou todos e iniciou o seu trabalho.

Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.

Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.

Quando a marcenaria ficou novamente sem ninguém, a assembléia reativou a discussão.

Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:

- Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o marceneiro trabalha com nossas qualidades, ressaltando nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos e concentremo-nos em nossos pontos fortes.

Então a assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limpar e afinar asperezas e o metro era preciso e exato.

Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade e uma grande alegria tomou conta de todos pela oportunidade de trabalhar juntos.
Moral da história: O mesmo ocorre com os seres humanos. Basta observar e comprovar. Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa. Ao contrário, quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas. É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades... isto é para os sábios!!!
                                           
. A Solidariedade faz a diferença,PARA QUEM DÁ E PARA QUEM RECEBE ,então, se você pode?  AJUDE a quem precisar, uma pequena ajuda sua será  muito para quem recebe e com certeza DEUS está retribuindo para você, amor , alegria , felicidade com seu gesto de AMOR!!!!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

OS TRÊS CONSELHOS

 
Um casal de jovens recém casados, era muito pobre e vivia de favores num sítio do interior. Um dia o marido fez uma proposta à esposa:

- Querida eu vou sair de casa e vou viajar para bem distante, arrumar um emprego e trabalhar até que eu tenha condições de voltar e dar a você uma vida mais digna e confortável.
Não sei quanto tempo vou ficar longe de casa, só peço uma coisa: que você me espere e, enquanto eu estiver fora, seja fiel a mim que eu serei fiel a você.
Assim sendo o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudar em sua fazenda.
Ele se ofereceu para trabalhar, e foi aceito. Sendo assim, le propôs um pacto ao patrão:

- Patrão eu peço só uma coisa para o Senhor.
Deixe-me trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que eu devo ir embora o Senhor me dispensa das minhas obrigações.
Não quero receber o meu salário.
Quero que o Senhor o coloque na poupança até o dia que eu sair daqui. No dia em que eu sair o Senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho.

Tudo combinado, aquele jovem trabalhou muito, sem férias e sem descanso.


Depois de vinte anos ele chegou para o seu patrão e lhe disse:


- Patrão eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa.
O patrão então lhe disse:

- Tudo bem, nós fizemos um pacto e eu vou cumprir, só que antes eu quero lhe fazer uma proposta. Curioso ele pregunta qual a proposta e seu patrão lhe diz:

- Eu lhe dou todo o seu dinheiro e você vai embora ou eu lhe dou três conselhos e não lhe dou o dinheiro e você vai embora.
Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos e se eu lhe der os conselhos não lhe dou o dinheiro.
Vai pro seu quarto, pensa e depois me dá a resposta.
O rapaz pensou durante dois dias depois procurou o patrão e lhe disse:

- Eu quero os três conselhos.
- Se eu lhe der os conselhos eu não lhe dou o dinheiro.
- Eu quero os conselhos.

O patrão então lhe falou:


1º  "Nunca tome atalhos em sua vida, caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida";

2º " Nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade pro mal

pode ser mortal";

3º " Nunca tome decisões em momentos de ódio e de dor, pois você pode
se arrepender e ser tarde demais";

Após dar os três conselhos o patrão disse ao rapaz que já não era tão jovem assim:

- Aqui você tem três pães, dois são para você comer durante a viagem e o terceiro é para comer com a sua esposa quando chegar em sua casa.

O rapaz  seguiu o seu caminho de volta para casa, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava. Andou durante o primeiro dia e encontrou um viajante que o cumprimentou e lhe perguntou:


- Pra onde você vai?

- Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por esta estrada.

- Rapaz, esse caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é dez vezes menor e você vai chegar em poucos dias.

O rapaz ficou contente e começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se do primeiro conselho do seu patrão:

"Nunca tome atalhos em sua vida,

caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida".
Então voltou e seguiu o seu caminho. Dias depois ele soube que aquilo era uma emboscada.

Depois de alguns dias de viagem, achou uma pensão na beira da estrada onde pôde hospedar-se.  De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor e muito barulho. Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para sair.
Quando lembrou do segundo conselho:

Nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade pro mal pode ser mortal". Voltou, deitou-se e dormiu.
Ao amanhecer, após tomar o café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que sim
- Então por que não ver o que era,  não ficou curioso?
Ele disse que não. Então o hospedeiro lhe falou:

- Você é o único que sai vivo daqui,  um louco gritou durante a noite e quando os hóspede saia ele o matava.
O rapaz seguiu seu caminho e depois de muitos dias e noites de caminhada, já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça da sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta da sua esposa.
O dia estava escurecendo, mas ele pode ver que a sua esposa não estava só.
Andou mais um pouco e viu que ela tinha sentado no colo de um homem a quem estava acariciando os cabelos.
Ao ver aquela cena o seu coração se encheu de ódio e amargura e ele decidiu matar os dois sem piedade.
Apressou os passos, quando se lembrou do terceiro conselho: "Nunca tome decisões em momentos de ódio e de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde demais". Então ele parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo. Ao amanhecer, já com a cabeça fria ele disse:

- Não vou matar minha esposa e nem o seu amante. Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta. Só que antes eu quero dizer para a minha esposa que eu fui fiel a ela. Dirigiu-se à porta da casa e bateu.
Ao abrir a  porta esposa  reconhece o seu marido e se atira ao seu pescoço e o abraça afetuosamente. Ele tenta afastá-la, mas não consegue, tamanha a felicidade dela. Então com lágrimas ele lhe diz:
- Eu fui fiel a você e você me traiu.
- Como? __ e ainda espantada diz_ Eu não lhe traí, o esperei durante esses vinte anos.
- E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer?
- Aquele homem é nosso filho. Quando você foi embora eu descobri que estava grávida e hoje ele está com vinte anos de idade.
Então ele conheceu e abraçou seu filho, contou-lhes toda a sua história enquanto a esposa preparava o café e sentaram-se para tomar o café e comer o último pão.
Após a oração de agradecimento e lágrimas de emoção ele parte o pão, e ao parti-lo, ali estava todo o seu dinheiro...! 


E AÍ ?
QUER UM CONSELHO MELHOR QUE ESSE? 
AS VEZES,,,UM CONSELHO PODERÁ FAZER A  DIFERENÇA NA SUA VIDA! PENSE NISSO!!!!
. A Solidariedade faz a diferença,PARA QUEM DÁ E PARA QUEM RECEBE ,então, se você pode?  AJUDE a quem precisar, uma pequena ajuda sua será  muito para quem recebe e com certeza DEUS está retribuindo para você, amor , alegria , felicidade com seu gesto de AMOR!!!!

 

terça-feira, 31 de maio de 2011

OS DOIS HOMENS NO HOSPITAL

Meus Amados anjos, que me prestigiam aqui!! desculpem a minha ausência, mas, como havia dito, em função da minha mudança de Estado, demorou mais do que eu previa a instalação da minha nova net, kkkkk , mas agora VOLTEI kkkkk, morrendo de saudades de vocês.
Desejo que todos vocês estejam bem, e PERMITA QUE DEUS AJA EM SUA VIDA, AME AO SENHOR DE TODO SEU CORAÇÃO , OUÇA A SUA VÓZ E SE ESFORCEM PARA TER UM CORAÇÃO DE JÓ!!Beijinhos meus amados e sejam felizes!!!


Os dois homens no hospital.

Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital.

Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.

A sua cama estava junto da única janela do quarto.

O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.

Os homens conversavam horas a fio.

Falavam das suas mulheres e famílias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado as férias...

E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto, todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela.

O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela.

A janela dava para um parque com um lindo lago.

Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos.

Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris.

Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem, e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vista no horizonte.

Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava a pitoresca cena.

Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar.

Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, ele conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a refratava através de palavras bastante descritivas.

Dias e semanas passaram.

Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.

Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.

Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela.

A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.

Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.

Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora.

Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela... que dava, afinal, para uma parede de tijolo!

O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.

A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede.

- " Talvez ele quisesse apenas dar-lhe coragem... ".disse  a enfermeira.


A VIDA É.....
                     SEMPRE SERÁ ....
                                                       O QUE NÓS A TORNAMOS!!!
VIGIE SEUS ATOS!!!

sábado, 21 de maio de 2011

PRECISAMOS VIVER E PRATICAR A PALAVRA DE DEUS

Meus amados internautas, agradeço imensamente o carinho e as visitas, vou ficar alguns dias ausente pois estou em função de uma mudança de Estado, mas assim que estiver com a net funcionando estarei devolta!!! Ficam a vontade e que DEUS OS ABENÇÕE ABUNDANTEMENTE!! bjs. Merice

BARBA DE MOLHO
Cansado de ver seus sermões caírem no vazio, um pastor resolveu dar uma lição inesquecível aos seus ouvintes.

Num dos cultos semanais mais concorridos, ele subiu ao púlpito com seu aparelho de barbear, bacia, água, espuma, caneca, espelho e toalha. Nem sequer cumprimentou a igreja e, tranqüilamente, colocou água na bacia, testou a temperatura, ajeitou o espelho, pegou uma caneca, fez espuma, passou na cara, e começou a se barbear.

Gastou vários minutos nisso, que pareceram uma eternidade para os presentes.

Ao final, quando todos esperavam que o pastor fosse fazer um desfecho maravilhoso, fosse lhes apontar o "moral da história", ele simplesmente enxugou o rosto com a toalha, encerrou o culto e despediu o povo de volta para as suas casas.

Aquela semana foi atípica. O povo comentou o fato todos os dias, tentado advinhar o significado de tudo aquilo: “-Que mensagem ele quer nos passar?”, “-Qual é o simbolismo espiritual da água, do sabão, do barbear-se?”

Dias depois, quando ele subiu novamente àquele púlpito, a igreja estava cheia. O pastor olhou para a congregação e disse-lhes:
- Sei que vocês querem saber o significado do que fiz aqui neste púlpito na semana passada. Bem, eu vou lhes dizer: não há significado algum! Nenhum simbolismo. Nenhum desfecho maravilhoso. Nenhuma mensagem. Nenhum "moral da história".

- No entanto, se podemos tirar alguma lição disto tudo, é a seguinte: Há anos eu venho apresentando para vocês a mensagem bíblica, mas não tenho visto nenhuma mudança em suas vidas. Minhas mensagens têm caído no esquecimento, tão logo vocês saem do templo. Eu gostaria que vocês comentassem meus sermões durante a semana, do mesmo modo que se dispuseram a comentar o meu barbear nestes últimos dias, ou será que a minha barba é mais importante para vocês que a Palavra de Deus?




E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.
Deuteronômio 6.6-9
 

terça-feira, 10 de maio de 2011

O URSO AMIGO

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/animais/imagens/urso-pardo1.jpg


Dois amigos encontraram um urso na estrada. O primeiro subiu numa árvore e se escondeu.
O outro usava muleta e não podendo fugir, resolveu se jogar no chão e se fingir de morto.
O animal chegou perto, cheirou as orelhas dele e foi embora (dizem que urso não mexe com quem está morto).
O que estava na árvore desceu e perguntou ao companheiro o que o urso tinha cochichado em seu ouvindo:
- Ora, ele só me disse para pensar duas vezes antes de sair por aí viajando com gente que abandona os amigos na hora do perigo.
Moral da história:
A desgraça põe à prova a sinceridade e a amizade.

 
Até o meu próprio amigo íntimo, em quem eu tanto confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar.
Salmo 41.9
 


domingo, 8 de maio de 2011

AS COLHERES DE CABO COMPRIDO

 

As Colheres de Cabo Comprido

Conta uma história que Deus convidou um homem para 

conhecer o céu e o inferno.
Foram primeiro ao inferno.
Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo
centro havia um caldeirão desubstanciosa sopa e à sua volta
estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.
Cada uma delas segurava uma colher, porém de
cabo muito comprido,que lhes possibilitava alcançar
o caldeirão, mas não permitia que colocassem a sopa na própria boca.
O sofrimento era grande.
Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu.
Entraram em uma sala idêntica à primeira:
Havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta e 
as colheres de cabo comprido.
A diferença é que todos estavam saciados.
Não havia fome, nem sofrimento.
- "Eu não compreendo", disse o homem a Deus, "por que aqui
as pessoas estão felizes enquanto na outra sala morrem 
de aflição, se é tudo igual?"
Deus sorriu e respondeu:
- "Você não percebeu?
É porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros."
Moral da história:
Temos três situações que merecem profunda reflexão:
Egoísmo: as pessoas no "inferno" estavam altamente preocupadas
com a sua própria fome, impedindo que se pensasse em
alternativas para equacionar a situação;
Criatividade: como todos estavam querendo se safar da situação
caótica que se encontravam, não tiveram a iniciativa de buscar
alternativas que pudessem resolver o problema;
Equipe: se tivesse havido o espírito solidário e ajuda mútua,
a situação teria sido rapidamente resolvida.
Conclusão:
Dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras.
O espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso.
Uma equipe participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um
batalhão de pessoas com posicionamentos isolados.

Isso vale para qualquer área de sua vida, especialmente a profissional.


sábado, 7 de maio de 2011

ha!!!! que diaaaaaa!!!!

homenagem a minha mãe!!!  
DONA ANÍSIA,
Mãe,
feliz dia das mães pra senhora! 
Eu te amo!!!! muiiiiiitttooooo! por toda minha vida!

recado para orkut

Com maior amor do mundo.Merice

Reflexões sobre a pandemia – Covid 19

  Olá queridos leitores, Hoje depois de muito tempo ,passei por aqui para refletirmos juntos. QUE ÉPOCA MEU DEUS !!  PANDEMIA, SIM UMA PANDE...