segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Obrigado  meus amados pelas inúmeras visitas! 
Tenho certeza que DEUS em sua infinita bondade, está cuidando de cada um de nós  e através desse momento de reflexão aqui , vocês possam analisar e fazer melhorias interiores , pois DEUS nos permite
infinitas possibilidades todos os dias para mudarmos !!! experimentem.....
um abraço
Merice


Círculo de Amor

Ele quase não viu a senhora, com o carro parado no acostamento. Mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim parou seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada. Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora. Ele iria aprontar alguma? Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto. Ele pôde ver que ela estava com muito medo e disse:

"Eu estou aqui para ajudar madame. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Bryan".

Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora era ruim o bastante. Bryan abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu. Mas ele ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos. Enquanto ele apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St. Louis e só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda.

Bryan apenas sorriu enquanto se levantava. Ela perguntou quanto devia. Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela. Já tinha imaginado todos as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Bryan não tivesse parado. Bryan não pensava em dinheiro. Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade. Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo. Ele respondeu:

"Se realmente quiser me reembolsar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda que precisar." E acrescentou: "... e pense em mim".

Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi. Tinha sido um dia frio e deprimido, mas ele se sentia bem, indo pra casa, desaparecendo no crepúsculo.

Algumas milhas abaixo a senhora encontrou um pequeno restaurante. Ela entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante muito simples. A cena inteira era estranha para ela. A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pôde apagar. A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude. A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Bryan.

Depois que terminou a refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de 100 dólares, a senhora se retirou. Já tinha partido quando a garçonete voltou. A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de 100 dólares. Havia lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu. Dizia:

"Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou uma vez e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar não deixe este círculo de amor terminar com você".

Bem, havia mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir.

Aquela noite, quando foi para casa e deitou-se na cama, ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito. Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê para o próximo mês, como estava difícil!

Ela virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou:
"Tudo ficará bem. Eu te amo, Bryan."



Em parceria com o melhor locutor de todos os tempos,
Link dessa mensagem na vóz belíssima do Locutor ROBSON FERNANDES Obrigado pelo carinho! 




quarta-feira, 1 de agosto de 2012



Os cinco sinos
Era uma vez um hotel chamado Estrela de Prata. O hoteleiro não conseguia fazer a receita cobrir as despesas, e
embora se esforçasse ao máximo para atrair hóspedes oferecendo um hotel confortável, um serviço cordial e preços razoáveis. Por isto, desesperado, foi consultar um sábio.
- É muito simples. Você deve mudar o nome do hotel.

 Impossível, - retrucou o hoteleiro. - Há gerações ele é Estrela de Prata, assim é conhecido em todo o país.
- Não, - disse o sábio com firmeza. - Agora você deve chamá-lo de Cinco Sinos e, na entrada, colocar uma fileira de seis sinos.
- Seis sinos? Isso é absurdo! De que adiantaria?
- Experimente e verá, - recomendou o sábio com um sorriso.
Então, o hoteleiro experimentou, e eis o que viu: cada viajante que passava pelo hotel fazia questão de entrar para apontar o erro, acreditando que ninguém o notara. Uma vez lá dentro, impressionava-se com a cordialidade dos serviços e ficava para repousar, propiciando ao hoteleiro, desse modo, rendimentos que ele não conseguira por tanto tempo.
Às vezes, o esforço, a persistência e a insistência não são suficientes para levar-nos ao objetivo almejado. É preciso mudar.
Mudar conceitos, a forma de pensar, a forma de agir. Mudar o caminho traçado.

terça-feira, 24 de julho de 2012



As Codornas

Há tempos um bando de mais de mil codornas habitava uma floresta da Índia. Seriam felizes, mas temiam enormemente seu inimigo, o apanhador de codornas. Ele imitava seu chamado e, quando se reuniam para atendê-lo, jogava sobre elas uma enorme rede e as levava numa cesta para vender.Mas uma das codornas era muito sábia e disse:- Irmãs! Elaborei um plano muito bom. No futuro, assim que o caçador jogar a rede, cada uma de nós enfiará a cabeça por dentro de uma malha e todas alçaremos vôo juntas, levando-a conosco. Depois de tomarmos uma boa distância, deixaremos cair a rede sobre um espinheiro e fugiremos.Todas concordaram com o plano. No dia seguinte, quando o caçador jogou a rede, todas juntas a içaram conforme a sábia codorna havia instruído, jogaram-na sobre um espinheiro e fugiram. Enquanto o caçador tentava retirar a rede de cima do espinheiro, escureceu e ele teve que voltar para casa.Isso aconteceu durante vários dias, até que afinal a mulher do caçador se aborreceu e indagou:- Por que você nunca mais conseguiu pegar nenhuma codorna?O caçador respondeu:- O problema é que todas as aves estão trabalhando juntas, ajudando-se entre si. Se ao menos elas começassem a discutir, eu teria tempo de pegá-las.Dias depois, uma das codornas acidentalmente esbarrou na cabeça de uma das irmãs quando pousaram para ciscar o chão.- Quem esbarrou na minha cabeça? - perguntou raivosamente a codorna ferida.- Não se aborreça. Não tive a intenção de esbarrar em você - disse a primeira.Mas a irmã codorna continuou a discutir.- Eu sustentei todo o peso da rede! Você não ajudou nem um pouquinho! - gritou a outra.A primeira então se aborreceu e em pouco tempo estavam todas envolvidas na disputa. Foi quando o caçador percebeu sua chance. Imitou o chamado das codornas e jogou a rede sobre as que se aproximaram. Elas ainda estavam contando vantagem e discutindo, e não se ajudaram a içar a rede. Portanto, o caçador a ergueu sozinho e enfiou as codornas dentro da cesta. Mas a sábia codorna reuniu as amigas e juntas voaram para bem longe, pois ela sabia que discussões dão origem a infortúnios.

                              

domingo, 1 de julho de 2012




FÁCIL E DIFÍCIL


Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.


Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.


Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.


Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer ou ter coragem pra fazer.


Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.


Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.


Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.


Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus", principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...


Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.


Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar, e aprender a dar valor somente a quem te ama.


Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência, acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.


Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las.
Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.


Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta ou querer entender a resposta.


Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.


Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma, sinceramente, por inteiro.


Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.


Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém, saber que se é realmente amado.


Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.


Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.
*******Falar de Mim é Facil Dificil é ser eu*******
Autor Carlos Drummond de Andrade


*Pensar é fácil. Agir é difícil. 
Johann Goethe

segunda-feira, 4 de junho de 2012

A Trilha do Bezerro

Certo dia, um bezerro precisou atravessar uma floresta virgem para voltar a seu pasto. Sendo um animal irracional, abriu uma trilha tortuosa...cheia de curvas...subindo e descendo colinas.

No dia seguinte, um cão que passava por ali usou essa mesma trilha torta para atravessar a floresta. Depois foi a vez de um carneiro, líder de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela trilha torta.

Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho: entravam e saíam, viravam a direita, à esquerda, abaixando-se, desviando-se de obstáculos, reclamando e praguejando até com um pouco de razão . . . mas não faziam nada para mudar a trilha .

Depois de tanto uso, esta acabou virando uma estradinha onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em três horas uma distância que poderia ser vencida em, no máximo, uma hora, caso a trilha não tivesse sido aberta por um bezerro.

Muitos anos se passaram e a estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo e, posteriormente, a avenida principal de uma cidade .

Logo, a avenida transformou-se no centro de uma grande metrópole, e por ela passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a mesma trilha torta feita pelo bezerro centenas de anos antes . . . Os homens têm a tendência de seguir como cegos pelas trilhas de bezerros de suas mentes, e se esforçam de sol a sol a repetir o que os outros já fizeram. Contudo, a velha e sábia floresta ria daquelas pessoas que percorriam aquela trilha, como se fosse um caminho único...sem se atrever a mudá-lo.

A propósito, qual é o seu caminho ???



Autor desconhecido


quarta-feira, 9 de maio de 2012

O MESTRE E A VACA

O Mestre e a Vaca

Conta-se que um mestre e seu 
discípulo peregrinavam em 
uma região muito pobre e 
pediram pousada em um humilde 
casebre. O dono da casa 
recebeu-os cordialmente e 
desculpou-se por não poder 
oferecer mais do que uma 
xícara de leite. Explicou
que toda a sua alimentação 
dependia de uma magra vaquinha, 
cujo leite era uma parte consumido e 
em parte trocado por outros alimentos,
na cidade.
E assim sobrevivia a família, em uma indizível penúria.
  No dia seguinte, 
despediu-se o mestre e, ao afastar-se 
da casa, viu a tal vaquinha, pastando mansamente,
à beira de um barranco. Ordenou ao discípulo:
"Empurre a vaca no barranco".  
O discípulo, mesmo sem entender, obedeceu e 
a pobre vaquinha estatelou-se,morta, no fundo
do barranco. O mestre deu-se por satisfeito e 
seguiram a viagem. Anos se passaram, sem que 
o discípulo esquecesse aquela família e se 
 recriminasse por ter sido, talvez, o carrasco de seu destino.
  Um dia, quando seu mestre já havia morrido, 
o discípulo voltou àquela região e procurou o 
casebre onde morava a família. 
Encontrou, em seu lugar, uma imensa casa, 
ricamente decorada, abençoada com grande fartura . 
O dono da casa se tornara um próspero comerciante
e seus filhos, já homens feitos, estavam trabalhando, 
produtivos, felizes e saudáveis. Espantado, o 
discípulo indagou as causas de tão profunda mudança, 
ao que o dono da casa explicou: 
"Lembra-se da vaquinha que nós tínhamos? 
Ela caiu do barranco e, sem ela, nós passamos 
alguns dias de terrível necessidade e fome. Porém, 
diante da miséria, tivemos que buscar 
soluções alternativas e fomos descobrindo 
potenciais de que nem sequer desconfiávamos. 
Criamos novas possibilidades, fomos crescendo 
e o resultado é esse que você vê. Então, 
finalmente, o discípulo entendeu a sabedoria 
de seu falecido mestre.
A pergunta a ser feita é : "Qual a vaquinha (ou vaquinhas) que eu tenho que empurrar do barranco, a fim de conhecer e melhor utilizar os meus potenciais 

para a felicidade?"
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domingo, 6 de maio de 2012

LIÇÃO DE PERCEVERANÇA

Já observou a atitude dos pássaros ante às adversidades?

Ficam dias e dias fazendo seu ninho, recolhendo materiais, às vezes trazidos de locais distantes...

E quando já ele está pronto e estão preparados para por os ovos, as inclemências do tempo ou a ação do ser humano ou de algum animal destrói o que com tanto esforço se conseguiu...

O que faz o pássaro?
Pára, abandona a tarefa?

De maneira nenhuma. Começa, uma outra vez, até que no ninho apareçam os primeiros ovos.
Muitas vezes, antes que nasçam os filhotes, um animal, uma criança, uma tormenta, volta a destruir o ninho, mas agora com seu precioso conteúdo...

Dói recomeçar do zero... Mas ainda assim o pássaro jamais emudece, nem retrocede, segue cantando e construindo, construindo e cantando...

Você está cansado de recomeçar, do desgaste
da luta diária, da confiança traída, das metas não alcançadas quando estava a ponto de conseguir?

Mesmo que a vida o golpeie mais uma vez,
não se entregue nunca, faça uma oração,
ponha sua esperança na frente e avance.
Não se preocupe se na batalha seja ferido,
é esperado que algo assim aconteça.
Junte os pedaços de sua esperança, arme-a
de novo e volte a ir em frente.

Não importa o que você passe...
Não desanime, siga adiante.
A vida é um desafio constante, mas vale a pena aceitá-lo. 
E sobretudo... Nunca deixe de cantar.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

CONSTRUA PONTES AO SEU REDOR AO INVÉS DE MUROS

Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um
riacho, entraram em conflito. 
Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado. 
O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio.
Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta.
“Estou procurando trabalho. 
Sou carpinteiro. 
Talvez você tenha algum serviço para mim.” “Sim, disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta.” “Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos.” O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade.
O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro.
Quando o fazendeiro chegou, não acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou:
“Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei.”
Mas as surpresas não pararam ai. 
Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo então falou: “Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse.” De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte. O carpinteiro que fez o trabalho, começou a fechar a sua caixa de ferramentas. “Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você.”  
E o carpinteiro respondeu:

“Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir…”
                                                           
                            



Já pensou como as coisas seriam mais fáceis se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes com nossos familiares, amigos, colegas do trabalho e principalmente nossos inimigos… Muitas vezes desistimos de quem amamos por causa de magoas e mal entendidos. Vamos deixar isso de lado, ninguém é perfeito, mas alguém tem que dar o primeiro passo. Portanto, construa pontes ao seu redor, ao invés de construir cercas e muros!

Em parceria com o melhor locutor de todos os tempos, 
Link dessa mensagem na vóz belíssima do Locutor ROBSON FERNANDES




quinta-feira, 26 de abril de 2012

OS 12 PRATOS

[Prato-Rosas_2.JPG] 

Os 12 pratos

Um príncipe chinês orgulhava-se de sua coleção de porcelana, de rara quão antiga procedência, constituída por doze pratos assinalados por grande beleza artística e decorativa.
Certo dia, o seu zelador, em momento infeliz, deixou que se quebrasse uma das peças.
Tomando conhecimento do desastre e possuído pela fúria, o príncipe condenou à morte o dedicado servidor, que fora vítima de uma circunstância fortuita.
A notícia tomou conta do Império, e, às vésperas da execução do desafortunado servidor, apresentou-se um sábio bastante idoso, que se comprometeu a devolver a ordem à coleção, se o servo fosse perdoado.
Emocionado, o príncipe reuniu sua corte e aceitou a oferenda do venerando ancião.
Este solicitou que fossem colocados todos os pratos restantes sobre uma toalha de linho, bordada cuidadosamente, e os pedaços da preciosa porcelana fossem espalhados em volta do móvel.
Atendido na sua solicitação, o sábio acercou-se da mesa e, num gesto inesperado, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, atirando-as bruscamente sobre o piso de mármore e arrebentando-as todas.
Ante o estupor que tomou conta do soberano e de sua corte, muito sereno, ele disse:
* Aí estão, senhor, todos iguais conforme prometi. Agora podeis mandar matar-me.
Desde que essas porcelanas valem mais do que as vidas, e considerando-se que sou idoso e já vivi além do que deveria, sacrifico-me em benefício dos que irão morrer no futuro, quando cada uma dessas peças for quebrada.
Assim, com a minha existência, pretendo salvar doze vidas, já que elas, diante desses objetos nada valem.
Passado o choque, o príncipe, comovido, libertou o velho e o servo, compreendendo que nada há mais precioso do que a vida em si mesma.

***Quantas vezes, deixamos o nervosismo do momento tomar lugar nas nossas vidas e duras palavras ferem a quem amamos!
Quantas coisas colocamos na frente do amor, do respeito, da compreensão que deveríamos ter?

Que neste dia, tenhamos tempo para meditar se não estamos matando por um prato quebrado... 
 Blog de vivendo : Expressando Emoções, So não erra quem não faz

domingo, 22 de abril de 2012

JOÃO 3.16


  • Na cidade de São Paulo, numa noite fria e escura  de  inverno, próximo a uma  esquina por onde passavam várias pessoas, um garotinho  vendia balas a fim de conseguir alguns trocados. Mas o frio estava  intenso e  as pessoas já não paravam mais quando ele as chamava.
  •    Sem conseguir  vender mais nenhuma bala,  ele   sentou na escada em frente a uma loja e ficou  observando o movimento das  pessoas.   Sem que ele percebesse, um policial se aproximou. -"Está perdido, filho?"   O garoto balançou a cabeça. -"Só estou pensando onde vou passar a noite  hoje...  normalmente durmo em  minha caixa de papelão, perto do correio,   mas   hoje o   frio está  terrível...
  • -O  senhor sabe me dizer se há algum lugar  onde eu  possa  passar esta noite?" O policial mirou-o por uns instantes e coçou a cabeça,  pensativo.  -"Se você descer por esta rua", disse ele apontando o  polegar na direção de  uma rua, à esquerda, lá embaixo vai  encontrar um casarão branco; chegando  lá, bata na porta e  quando atenderem apenas  diga:  "João  3:16 ".
  •   Assim fez o garoto. Desceu a rua estreita e    quando  chegou em frente ao  casarão branco, subiu os degraus da escada e bateu na   porta. Quem atendeu  foi uma mulher idosa, de feição bondosa. - "João 3:16", disse ele, sem entender direito.
  • - "Entre, meu filho". A voz era meiga e agradável. Assim que ele entrou, foi conduzido por ela  até a  cozinha onde havia uma  cadeira de balanço antiga,bem ao lado de um velho  fogão de lenha  -"Sente-se, filho, e espere um instante, tá?" O garoto se sentou e, enquanto observava a bondosa  mulher se afastar, pensou  consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o  que isso  significa mas sei que  aquece a um garoto com frio".
  • Pouco tempo depois  a  mulher voltou. -"Você está com fome?" , perguntou ela. -"Estou um pouquinho, sim... há dois dias não  como nada  e meu  estômago já  começa a roncar.." A mulher então o levou até a sala de jantar, onde  havia  uma mesa repleta de  comida.  Rapidamente o garoto sentou-se à  mesa  e  começou  a comer ; comeu de  tudo, até não  aguentar mais. Então ele pensou  consigo  mesmo:   "João 3:16... Eu não entendo o que isso  significa, mas sei que  mata a fome de um garoto faminto".
  • Depois, a bondosa senhora o levou ao andar superior,  onde se encontrava um  quartinho com uma          banheira cheia de água quente. O  garoto só esperou que a  mulher se afastasse e então rapidamente se despiu  e  tomou um belo banho, como há muito tempo não fazia. Enquanto esfregava  a  bucha pelo corpo pensou  consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o  que isso significa, mas sei  que torna limpo um garoto que há muito tempo  estava sujo".
  • Cerca de meia  hora depois a bondosa mulher voltou  e levou o  garoto até um quarto onde  havia uma cama de madeira,  a  antiga, mas grande e confortável. Ela o abraçou, deu-lhe um beijo na testa e, após  deitá-  lo na cama, desligou  a luz e saiu. Ele se virou para o canto e ficou  imóvel, observando a garoa  que caía do outro lado do vidro  da janela. E ali, confortável como nunca,  ele pensou consigo mesmo:  "João 3:16... Eu não entendo  o que isso  significa,  mas sei que dá repouso a um garoto cansado".
  • No outro dia, de manhã, a bondosa senhora preparou uma  bela e farta mesa e o  convidou para o café da manhã. Quando o garoto terminou  de comer, ela o levou  até a cadeira de balanço, próximo ao fogão de lenha. Depois seguiu até uma  prateleira e apanhou um livro grande, de capa escura. Era uma Bíblia. Ela  voltou, sentou-se numa outra cadeira, próximo ao  garoto  e olhou dentro dos  olhos dele, de maneira doce e amigável.
  •   -"Você entende João 3:16, filho?" -"Não, senhora... eu não entendo... A primeira vez que  ouvi isso foi ontem à  noite... um policial que falou...". Ela concordou com a cabeça, abriu a Bíblia em João 3:16  e começou a explicar  sobre Jesus. E ali, aquecido junto ao velho fogão de  lenha, o garoto  entregou o coração e a vida a Jesus. E enquanto lágrimas de felicidade deixavam seus olhos e rolavam face à baixo, ele pensou  consigo mesmo: "João  3:16... ainda não entendo muito bem o que isso  significa, mas agora sei que  isso faz um garoto perdido se sentir realmente  seguro" .
  • (João 3:16)"Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16) Deus não mandou Jesus para condenar o mundo, mas sim   para salvá-lo. Aquele   que crer em Jesus  não será condenado, mas terá a vida  eterna! 
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  • Em parceria com o melhor locutor de todos os tempos,
    Link dessa mensagem na vóz belíssima do Locutor ROBSON FERNANDES Obrigado pelo carinho! 
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Reflexões sobre a pandemia – Covid 19

  Olá queridos leitores, Hoje depois de muito tempo ,passei por aqui para refletirmos juntos. QUE ÉPOCA MEU DEUS !!  PANDEMIA, SIM UMA PANDE...