quinta-feira, 26 de abril de 2012

OS 12 PRATOS

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Os 12 pratos

Um príncipe chinês orgulhava-se de sua coleção de porcelana, de rara quão antiga procedência, constituída por doze pratos assinalados por grande beleza artística e decorativa.
Certo dia, o seu zelador, em momento infeliz, deixou que se quebrasse uma das peças.
Tomando conhecimento do desastre e possuído pela fúria, o príncipe condenou à morte o dedicado servidor, que fora vítima de uma circunstância fortuita.
A notícia tomou conta do Império, e, às vésperas da execução do desafortunado servidor, apresentou-se um sábio bastante idoso, que se comprometeu a devolver a ordem à coleção, se o servo fosse perdoado.
Emocionado, o príncipe reuniu sua corte e aceitou a oferenda do venerando ancião.
Este solicitou que fossem colocados todos os pratos restantes sobre uma toalha de linho, bordada cuidadosamente, e os pedaços da preciosa porcelana fossem espalhados em volta do móvel.
Atendido na sua solicitação, o sábio acercou-se da mesa e, num gesto inesperado, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, atirando-as bruscamente sobre o piso de mármore e arrebentando-as todas.
Ante o estupor que tomou conta do soberano e de sua corte, muito sereno, ele disse:
* Aí estão, senhor, todos iguais conforme prometi. Agora podeis mandar matar-me.
Desde que essas porcelanas valem mais do que as vidas, e considerando-se que sou idoso e já vivi além do que deveria, sacrifico-me em benefício dos que irão morrer no futuro, quando cada uma dessas peças for quebrada.
Assim, com a minha existência, pretendo salvar doze vidas, já que elas, diante desses objetos nada valem.
Passado o choque, o príncipe, comovido, libertou o velho e o servo, compreendendo que nada há mais precioso do que a vida em si mesma.

***Quantas vezes, deixamos o nervosismo do momento tomar lugar nas nossas vidas e duras palavras ferem a quem amamos!
Quantas coisas colocamos na frente do amor, do respeito, da compreensão que deveríamos ter?

Que neste dia, tenhamos tempo para meditar se não estamos matando por um prato quebrado... 
 Blog de vivendo : Expressando Emoções, So não erra quem não faz

domingo, 22 de abril de 2012

JOÃO 3.16


  • Na cidade de São Paulo, numa noite fria e escura  de  inverno, próximo a uma  esquina por onde passavam várias pessoas, um garotinho  vendia balas a fim de conseguir alguns trocados. Mas o frio estava  intenso e  as pessoas já não paravam mais quando ele as chamava.
  •    Sem conseguir  vender mais nenhuma bala,  ele   sentou na escada em frente a uma loja e ficou  observando o movimento das  pessoas.   Sem que ele percebesse, um policial se aproximou. -"Está perdido, filho?"   O garoto balançou a cabeça. -"Só estou pensando onde vou passar a noite  hoje...  normalmente durmo em  minha caixa de papelão, perto do correio,   mas   hoje o   frio está  terrível...
  • -O  senhor sabe me dizer se há algum lugar  onde eu  possa  passar esta noite?" O policial mirou-o por uns instantes e coçou a cabeça,  pensativo.  -"Se você descer por esta rua", disse ele apontando o  polegar na direção de  uma rua, à esquerda, lá embaixo vai  encontrar um casarão branco; chegando  lá, bata na porta e  quando atenderem apenas  diga:  "João  3:16 ".
  •   Assim fez o garoto. Desceu a rua estreita e    quando  chegou em frente ao  casarão branco, subiu os degraus da escada e bateu na   porta. Quem atendeu  foi uma mulher idosa, de feição bondosa. - "João 3:16", disse ele, sem entender direito.
  • - "Entre, meu filho". A voz era meiga e agradável. Assim que ele entrou, foi conduzido por ela  até a  cozinha onde havia uma  cadeira de balanço antiga,bem ao lado de um velho  fogão de lenha  -"Sente-se, filho, e espere um instante, tá?" O garoto se sentou e, enquanto observava a bondosa  mulher se afastar, pensou  consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o  que isso  significa mas sei que  aquece a um garoto com frio".
  • Pouco tempo depois  a  mulher voltou. -"Você está com fome?" , perguntou ela. -"Estou um pouquinho, sim... há dois dias não  como nada  e meu  estômago já  começa a roncar.." A mulher então o levou até a sala de jantar, onde  havia  uma mesa repleta de  comida.  Rapidamente o garoto sentou-se à  mesa  e  começou  a comer ; comeu de  tudo, até não  aguentar mais. Então ele pensou  consigo  mesmo:   "João 3:16... Eu não entendo o que isso  significa, mas sei que  mata a fome de um garoto faminto".
  • Depois, a bondosa senhora o levou ao andar superior,  onde se encontrava um  quartinho com uma          banheira cheia de água quente. O  garoto só esperou que a  mulher se afastasse e então rapidamente se despiu  e  tomou um belo banho, como há muito tempo não fazia. Enquanto esfregava  a  bucha pelo corpo pensou  consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o  que isso significa, mas sei  que torna limpo um garoto que há muito tempo  estava sujo".
  • Cerca de meia  hora depois a bondosa mulher voltou  e levou o  garoto até um quarto onde  havia uma cama de madeira,  a  antiga, mas grande e confortável. Ela o abraçou, deu-lhe um beijo na testa e, após  deitá-  lo na cama, desligou  a luz e saiu. Ele se virou para o canto e ficou  imóvel, observando a garoa  que caía do outro lado do vidro  da janela. E ali, confortável como nunca,  ele pensou consigo mesmo:  "João 3:16... Eu não entendo  o que isso  significa,  mas sei que dá repouso a um garoto cansado".
  • No outro dia, de manhã, a bondosa senhora preparou uma  bela e farta mesa e o  convidou para o café da manhã. Quando o garoto terminou  de comer, ela o levou  até a cadeira de balanço, próximo ao fogão de lenha. Depois seguiu até uma  prateleira e apanhou um livro grande, de capa escura. Era uma Bíblia. Ela  voltou, sentou-se numa outra cadeira, próximo ao  garoto  e olhou dentro dos  olhos dele, de maneira doce e amigável.
  •   -"Você entende João 3:16, filho?" -"Não, senhora... eu não entendo... A primeira vez que  ouvi isso foi ontem à  noite... um policial que falou...". Ela concordou com a cabeça, abriu a Bíblia em João 3:16  e começou a explicar  sobre Jesus. E ali, aquecido junto ao velho fogão de  lenha, o garoto  entregou o coração e a vida a Jesus. E enquanto lágrimas de felicidade deixavam seus olhos e rolavam face à baixo, ele pensou  consigo mesmo: "João  3:16... ainda não entendo muito bem o que isso  significa, mas agora sei que  isso faz um garoto perdido se sentir realmente  seguro" .
  • (João 3:16)"Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16) Deus não mandou Jesus para condenar o mundo, mas sim   para salvá-lo. Aquele   que crer em Jesus  não será condenado, mas terá a vida  eterna! 
  •  brrr02abrrr02abrrr02a
  • Em parceria com o melhor locutor de todos os tempos,
    Link dessa mensagem na vóz belíssima do Locutor ROBSON FERNANDES Obrigado pelo carinho! 
  •  brrr02abrrr02abrrr02a

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Anjo Das Ruas

 


Quem é aquele garoto de pé no chão?
Com a fisionomia pálida?
Está frio
E aquele garoto se encolhe,
Procurando um "por quê" com os olhos...
Por que é diferente...
O por que não pode brincar no parque
Sem ser expulso e chamado de menino de rua...
O por que não vai a escola,
Como as outras crianças...
O por que não tem um pai
Para jogar bola no fim de semana.
O por que não tem uma mãe para acordar de madrugada
Para ver se está quentinho em sua cama.
O por que não tem amigos,
Para ficar a tarde inteira no videogame.
Ele chora...
E não tem ninguém para lhe ensinar
o por que o coração doe,
E as lágrimas nascem...
Está sozinho...
Com frio, fome e carência...
Garoto inocente,
Que não quer matar e nem roubar,
Mas sim ganhar amor e carinho.
Garoto que sonha em ser jogador de futebol.
Garoto igual aos outros...
Mas sem lar...
Anjo da Madrugada
Que mora nos becos da vida
Anjo Inocente...
Anjo Criança...
Anjo Carente...
É esse garoto,
O Anjo Das Ruas.

domingo, 13 de novembro de 2011

O Vendedor de balões


O Vendedor de balões
Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse. 
Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões. 
Havia ali perto um menino negro. 
Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões. 
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco. 
Todos foram subindo até sumirem de vista. 
O menino, de olhar atento, seguia a cada um. 
Ficava imaginando mil coisas... 
Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto. 
Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou: 
- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros? 
O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse: 
- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir. 


Anthony de Mello. 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A virtude da disciplina

Amados, me desculpem a ausência, mas é com carinho que retorno com mensagens maravilhosas de esperança e fé para todos,,,,,, um grande abraço e boa leitura a todos, obrigado pelo carinho.

A virtude da disciplina
Certas palavras e expressões às vezes têm seu sentido deturpado ou reduzido.
 Assim ocorre com a disciplina, freqüentemente entendida como submissão a um agente externo.
 O termo remeteria à ação que sujeita a vontade de outrem.
Por exemplo, o pai que disciplina seu filho ou o comandante que conduz suas tropas sob um regime disciplinar severo.
 Embora a disciplina sob o aspecto exterior seja necessária, ela a tal não se circunscreve.
 Na realidade, é sob o prisma interno que a disciplina revela seu mais rico potencial.
 Trata-se de uma virtude que viabiliza a aquisição de todas as outras.
 Sem disciplina, não há avanço e transformação moral e intelectual.
 A criatura indisciplinada permanece como sempre foi.
 Seus vícios e debilidades não encontram firme oposição e os mesmos erros são incessantemente repetidos.
 A disciplina atua no plano da vontade.
 Ela estabelece regras e define como deve ser o comportamento futuro.
 O homem disciplinado diz a si mesmo que deve fazer e se mantém firme no propósito.
 Mesmo contra seus interesses e tendências naturais, segue o programa de melhoramento que se impôs como meta.
 A disciplina consiste em uma força interior que permite a alteração de velhos hábitos.
 Não se trata apenas de decidir ser melhor, mas de colocar em prática o que se decidiu.
 Certamente há vacilos, mas logo o homem disciplinado retoma seu projeto inicial.
 Ele não se permite desistir, quando percebe a viabilidade da meta que elegeu para si.
 Todos os Espíritos, atualmente vinculados à Terra, já passaram por incontáveis encarnações.
 No longo processo de aprendizado, cometeram muitos equívocos e desenvolveram maus hábitos.
 Certas tendências do pretérito remoto ainda hoje se fazem presentes nos homens.
 Nos primórdios da evolução, o Espírito era despido de cogitações intelectuais e morais mais complexas.
 As preocupações do ser resumiam-se à preservação da vida e à perpetuação da espécie.
 O tempo não gasto com a satisfação dessas necessidades era dedicado ao ócio.
 Assim, o gosto excessivo pelo descanso lembra as fases primitivas da existência imortal.
 O mesmo ocorre com a preocupação desmedida com alimentação e sexo.
 Nada há de errado com a satisfação das necessidades elementares da vida, em um contexto de dignidade.
 O vício reside no excesso e na fixação do pensamento em atividades que são meramente instrumentais.
 A destinação do Espírito humano é excelsa.
 Compete-lhe vencer a si mesmo, libertar-se de hábitos primários e preparar-se para experiências transcendentais do intelecto e do sentimento.
 Ocorre que isso somente é possível com muita disciplina.
 Sem uma vontade firme aplicada na correção do próprio comportamento, ninguém avança.
 Maus hábitos, como maledicência, gula, preguiça e leviandade sexual, não somem por si sós.
 Eles devem ser corajosamente enfrentados e subjugados.
 O abandono de vícios é lento e doloroso.
 No princípio, o esforço necessário é hercúleo.
 Mas gradualmente se percebe o peso que representam as más tendências.
 Surge uma sensação de liberdade e de leveza, com a adoção de um padrão digno de comportamento.
 Então, o que era difícil se torna fácil e prazeroso, pois a disciplina gera a espontaneidade.
 Pense nisso.
 
Autor:
Redação do Momento Espírita. 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O Veneno


Era uma vez, há muitos e muitos anos, uma moça muito bonita chamada Lili, moradora de uma pequena aldeia chinesa, ela tinha acabado de se casar e, como mandava a tradição, fora morar com a sogra. Mas, com apenas uma semana de convivência, a recém-casada começou a se desentender com a velha.

Lili implicava com as manias da sogra, punha defeito em tudo o que ela fazia, detestava seu jeito, temperamento e humor. Em um mês, as discussões e brigas eram freqüentes e intermináveis.

Desesperada com a situação, Lili procurou o venerável senhor Huang, o ancião da aldeia, explicou-lhe como sua vida tinha se transformado num inferno e lhe pediu um pouco de veneno para se livrar da sogra.

O sábio ouviu atentamente e, depois de refletir, disse que iria ajudá-la:

- Você é jovem, tem a vida toda pela frente e merece a felicidade. Vou lhe dar essa mistura de ervas, que é um veneno de ação lenta. Misture-o no chá da sua sogra a cada dois dias e, em alguns meses, ela nunca mais a molestará. Observe apenas isto: para não despertar suspeitas, você deve tratá-la com respeito e cordialidade.

Lili escondeu as ervas em sua roupa e voltou para casa decidida a levar a cabo o seu plano.

Assim, a moça passou a disfarçar sua aversão à sogra e começou a tratá-la como se fosse uma amiga de infância. De manhã, tomava sol com ela na varanda, depois a ajudava a preparar o almoço e, no fim da tarde, servia-lhe o chá que a cada dois dias, conforme as instruções de mestre Huang.

Com esse novo comportamento, em apenas alguns dias o clima na casa mudou totalmente. As brigas e as discussões cessaram. Em um mês a família já se reunia após o jantar para contar histórias e trocar experiências. Em dois meses, Lili, o marido e a sogra passaram a fazer passeios juntos, como se sempre tivessem sido uma família unida e feliz.

Foi por volta dessa época que Lili percebeu que não estava representando mais, ela realmente tinha se afeiçoado à sogra. Arrependida de um dia ter planejado assassiná-la, Lili correu a visitar novamente o sábio da aldeia.

- Venerável Huang, disse ela, lamento o que fiz. Eu lhe imploro, dê-me o antídoto para a mistura de ervas que o Senhor me deu. Não quero mais que a minha sogra morra. Ela se tornou uma senhora gentil, que eu a prezo, como se fosse minha própria mãe.

Com aquele jeito misterioso e astuto dos sábios chineses, mestre Huang sorriu:

- Lili, disse ele, não precisa se preocupar. As ervas que lhe dei não eram venenosas, e sim vitaminas para fortalecer a saúde de sua sogra. O único veneno que havia estava apenas na sua mente e na sua atitude. Mas ele foi jogado fora quando você abandonou suas resistências e prevenções e foi substituído pelo apreço que você agora sente por ela.
Blog de vivendo :Expressando Emoções, Deixe a Carga de Lado
É  Meus amados internautas, ACREDITEM ,O VENENO que nós mesmos temos dentro de nós É TERRÍVEL.
Para termos paciência,perdoar, respeitar, e saber amar como Jesus amou, é preciso REPUDIAR O SEU VENENO.
Se você mesma(o)não MUDAR o seu jeito de ser, agir, pensar, nunca terás PAZ no seu interior! PENSE NISSO! Mude , ainda dá tempo!  Com carinho Merice


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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Meu Pai é o piloto


O homem observou o menino na sala de espera do aeroporto, aguardando seu vôo.
Quando o embarque começou, o menino foi colocado na frente da fila, para entrar e encontrar seu assento antes dos adultos.
Ao entrar no avião, o homem viu que o menino estava sentado ao lado de sua poltrona.
O menino foi cortês quando puxou conversa com ele e, em seguida, começou a passar o tempo colorindo um livro.
Não demonstrava ansiedade ou preocupação com o vôo enquanto as preparações para a decolagem estavam sendo feitas.
Durante o vôo, o avião entrou numa tempestade muito forte, o que fez que ele balançasse como uma pena ao vento. A turbulência e as sacudidas bruscas assustaram alguns passageiros.
Mas o menino parecia encarar tudo com a maior naturalidade.
Uma das passageiras, sentada do outro lado do corredor, ficou preocupada com aquilo tudo e perguntou ao menino:
- Você não está com medo?
- Não senhora, não tenho medo, ele respondeu, levantando os olhos rapidamente de seu livro de colorir.

Meu Pai é o Piloto!



Em Deus ponho a minha confiança, e não terei medo" (Salmos 56:11). 
Existem situações em nossa vida que lembram um avião passando por uma forte tempestade.
Por mais que tentemos, não conseguimos nos sentir em terra firme. Temos a sensação de que estamos pendurados no ar sem nada a nos sustentar, a nos segurar, em que nos apoiarmos, e que nos sirva de socorro.Nestas horas devemos lembrar, com serenidade e confiança, que: 
MEU PAI É O PILOTO


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O frasco de maionese e o café

Quando as coisas na vida parecem demasiado, quando 24 horas por dia não são suficientes...Lembre-se do frasco de maionese e do café.
Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega um vidro de maionese e após esvazia-lo, encheu-o com bolas de golf.
A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.
Então o professor pega uma caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime "Sim !".
De seguida o professor acrescentou 2 xícaras de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:
-'QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA A VIDA'.
As bolas de golf são as coisas Importantes como: DEUS, a FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE.
São coisas, que mesmo que se perdêssemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias.
As pedrinhas são as outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.
A areia é tudo o demais, as pequenas coisas.
'Se puséssemos 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolas de golf. O mesmo acontece com a vida'.
Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.
Preste atenção às coisas que são cruciais para a sua Felicidade.
Brinque ensinando os seus filhos, arranje tempo para ir ao medico, namore e vá com a sua/seu namorado(a)/marido/mulher jantar fora, dedique algumas horas para uma boa conversa e diversão com seus amigos, pratique o seu esporte ou hobbie favorito.
Haverá sempre tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro...
Ocupe-se sempre das bolas de golf 1º, que representam as coisas que realmente importam na sua vida.
Estabeleça suas prioridades, o resto é só areia...
Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café. O professor sorriu e disse:
''...o café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café amigo."

........"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu". Eclesiastes 3:1

terça-feira, 6 de setembro de 2011

AS TRÊS ÁRVORES



As três árvores
Havia no alto de uma montanha três árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes.

A primeira olhando as estrelas disse:
- Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros.

A segunda, olhando o riacho suspirou:
- Eu quero ser um navio grande para transportar reis e rainhas.

A terceira, olhou o vale e disse:
- Quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas ao olharem para mim levantem os olhos e pensem em Deus.

Muitos anos se passaram e, certo dia, três lenhadores cortaram as árvores que estavam ansiosas em ser transformadas naquilo que sonhavam. Mas os lenhadores não costumavam ouvir ou entender de sonhos... Que pena...

A primeira árvore acabou sendo transformada em um cocho de animais coberto de feno.

A segunda virou um simples barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias.

A terceira foi cortada em grossas vigas e colocada de lado num depósito.

Então, desiludidas e tristes, as três perguntaram:
- Por que isso?
Entretanto, numa bela noite, cheia de luz e estrelas, uma jovem mulher colocou seu bebê recém-nascido naquele cocho de animais e, de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.

A segunda árvore estava transportando um homem que acabou por dormir no barco em que se transformara. E quando a tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse:
- Paz!
E num relance, a segunda árvore entendeu que estava transportando o rei do céu e da terra.

Tempos mais tarde, numa sexta feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Logo sentiu-se horrível e cruel.

Mas logo no domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria. E a terceira árvore percebeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de seu filho ao olharem para ela.

As árvores haviam tido sonhos e desejos, mas, sua realização foi mil vezes maior do que haviam imaginado.

Portanto, não esqueça:
"Não importa o tamanho do seu sonho. Acredite  nele!!!!
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As  vezes, os nossos sonhos não
coincidem com os planos que Deus tem para nós; e, quase
sempre, somos surpreendidos com a sua generosidade e misericórdia.
É importante compreendermos que tudo vem de Deus, acreditarmos,
termos fé, pois Ele sabe muito bem o que é melhor para cada um de nós.
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

No tempo do encontro


Do lado de um imenso muro de pedras voava um pássaro, como sempre sozinho, pensando na sua eterna solidão.
Do outro lado do mesmo muro outro pássaro também voava e lamentava o seu interminável isolamento.
Mas do alto de uma nuvem, bem acima de qualquer muro, dois anjos observavam a cena.
Um dos anjos comentou:
· Veja que maravilha! Que sincronismo de vôo! Isto é o verdadeiro amor.
O outro anjo questionou:
· Será que eles nunca se encontrarão?
O primeiro anjo respondeu:
· É claro que sim. Olhe, lá adiante, o fim do muro. Todo muro tem um fim.
E completou:
· Mas se eles se arriscassem a voar mais alto, acima do muro, poderiam se encontrar hoje mesmo.

Valmor Vieira

Reflexões sobre a pandemia – Covid 19

  Olá queridos leitores, Hoje depois de muito tempo ,passei por aqui para refletirmos juntos. QUE ÉPOCA MEU DEUS !!  PANDEMIA, SIM UMA PANDE...