quarta-feira, 9 de maio de 2012

O MESTRE E A VACA

O Mestre e a Vaca

Conta-se que um mestre e seu 
discípulo peregrinavam em 
uma região muito pobre e 
pediram pousada em um humilde 
casebre. O dono da casa 
recebeu-os cordialmente e 
desculpou-se por não poder 
oferecer mais do que uma 
xícara de leite. Explicou
que toda a sua alimentação 
dependia de uma magra vaquinha, 
cujo leite era uma parte consumido e 
em parte trocado por outros alimentos,
na cidade.
E assim sobrevivia a família, em uma indizível penúria.
  No dia seguinte, 
despediu-se o mestre e, ao afastar-se 
da casa, viu a tal vaquinha, pastando mansamente,
à beira de um barranco. Ordenou ao discípulo:
"Empurre a vaca no barranco".  
O discípulo, mesmo sem entender, obedeceu e 
a pobre vaquinha estatelou-se,morta, no fundo
do barranco. O mestre deu-se por satisfeito e 
seguiram a viagem. Anos se passaram, sem que 
o discípulo esquecesse aquela família e se 
 recriminasse por ter sido, talvez, o carrasco de seu destino.
  Um dia, quando seu mestre já havia morrido, 
o discípulo voltou àquela região e procurou o 
casebre onde morava a família. 
Encontrou, em seu lugar, uma imensa casa, 
ricamente decorada, abençoada com grande fartura . 
O dono da casa se tornara um próspero comerciante
e seus filhos, já homens feitos, estavam trabalhando, 
produtivos, felizes e saudáveis. Espantado, o 
discípulo indagou as causas de tão profunda mudança, 
ao que o dono da casa explicou: 
"Lembra-se da vaquinha que nós tínhamos? 
Ela caiu do barranco e, sem ela, nós passamos 
alguns dias de terrível necessidade e fome. Porém, 
diante da miséria, tivemos que buscar 
soluções alternativas e fomos descobrindo 
potenciais de que nem sequer desconfiávamos. 
Criamos novas possibilidades, fomos crescendo 
e o resultado é esse que você vê. Então, 
finalmente, o discípulo entendeu a sabedoria 
de seu falecido mestre.
A pergunta a ser feita é : "Qual a vaquinha (ou vaquinhas) que eu tenho que empurrar do barranco, a fim de conhecer e melhor utilizar os meus potenciais 

para a felicidade?"
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domingo, 6 de maio de 2012

LIÇÃO DE PERCEVERANÇA

Já observou a atitude dos pássaros ante às adversidades?

Ficam dias e dias fazendo seu ninho, recolhendo materiais, às vezes trazidos de locais distantes...

E quando já ele está pronto e estão preparados para por os ovos, as inclemências do tempo ou a ação do ser humano ou de algum animal destrói o que com tanto esforço se conseguiu...

O que faz o pássaro?
Pára, abandona a tarefa?

De maneira nenhuma. Começa, uma outra vez, até que no ninho apareçam os primeiros ovos.
Muitas vezes, antes que nasçam os filhotes, um animal, uma criança, uma tormenta, volta a destruir o ninho, mas agora com seu precioso conteúdo...

Dói recomeçar do zero... Mas ainda assim o pássaro jamais emudece, nem retrocede, segue cantando e construindo, construindo e cantando...

Você está cansado de recomeçar, do desgaste
da luta diária, da confiança traída, das metas não alcançadas quando estava a ponto de conseguir?

Mesmo que a vida o golpeie mais uma vez,
não se entregue nunca, faça uma oração,
ponha sua esperança na frente e avance.
Não se preocupe se na batalha seja ferido,
é esperado que algo assim aconteça.
Junte os pedaços de sua esperança, arme-a
de novo e volte a ir em frente.

Não importa o que você passe...
Não desanime, siga adiante.
A vida é um desafio constante, mas vale a pena aceitá-lo. 
E sobretudo... Nunca deixe de cantar.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

CONSTRUA PONTES AO SEU REDOR AO INVÉS DE MUROS

Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um
riacho, entraram em conflito. 
Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado. 
O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio.
Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta.
“Estou procurando trabalho. 
Sou carpinteiro. 
Talvez você tenha algum serviço para mim.” “Sim, disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta.” “Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos.” O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade.
O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro.
Quando o fazendeiro chegou, não acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou:
“Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei.”
Mas as surpresas não pararam ai. 
Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo então falou: “Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse.” De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte. O carpinteiro que fez o trabalho, começou a fechar a sua caixa de ferramentas. “Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você.”  
E o carpinteiro respondeu:

“Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir…”
                                                           
                            



Já pensou como as coisas seriam mais fáceis se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes com nossos familiares, amigos, colegas do trabalho e principalmente nossos inimigos… Muitas vezes desistimos de quem amamos por causa de magoas e mal entendidos. Vamos deixar isso de lado, ninguém é perfeito, mas alguém tem que dar o primeiro passo. Portanto, construa pontes ao seu redor, ao invés de construir cercas e muros!

Em parceria com o melhor locutor de todos os tempos, 
Link dessa mensagem na vóz belíssima do Locutor ROBSON FERNANDES




quinta-feira, 26 de abril de 2012

OS 12 PRATOS

[Prato-Rosas_2.JPG] 

Os 12 pratos

Um príncipe chinês orgulhava-se de sua coleção de porcelana, de rara quão antiga procedência, constituída por doze pratos assinalados por grande beleza artística e decorativa.
Certo dia, o seu zelador, em momento infeliz, deixou que se quebrasse uma das peças.
Tomando conhecimento do desastre e possuído pela fúria, o príncipe condenou à morte o dedicado servidor, que fora vítima de uma circunstância fortuita.
A notícia tomou conta do Império, e, às vésperas da execução do desafortunado servidor, apresentou-se um sábio bastante idoso, que se comprometeu a devolver a ordem à coleção, se o servo fosse perdoado.
Emocionado, o príncipe reuniu sua corte e aceitou a oferenda do venerando ancião.
Este solicitou que fossem colocados todos os pratos restantes sobre uma toalha de linho, bordada cuidadosamente, e os pedaços da preciosa porcelana fossem espalhados em volta do móvel.
Atendido na sua solicitação, o sábio acercou-se da mesa e, num gesto inesperado, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, atirando-as bruscamente sobre o piso de mármore e arrebentando-as todas.
Ante o estupor que tomou conta do soberano e de sua corte, muito sereno, ele disse:
* Aí estão, senhor, todos iguais conforme prometi. Agora podeis mandar matar-me.
Desde que essas porcelanas valem mais do que as vidas, e considerando-se que sou idoso e já vivi além do que deveria, sacrifico-me em benefício dos que irão morrer no futuro, quando cada uma dessas peças for quebrada.
Assim, com a minha existência, pretendo salvar doze vidas, já que elas, diante desses objetos nada valem.
Passado o choque, o príncipe, comovido, libertou o velho e o servo, compreendendo que nada há mais precioso do que a vida em si mesma.

***Quantas vezes, deixamos o nervosismo do momento tomar lugar nas nossas vidas e duras palavras ferem a quem amamos!
Quantas coisas colocamos na frente do amor, do respeito, da compreensão que deveríamos ter?

Que neste dia, tenhamos tempo para meditar se não estamos matando por um prato quebrado... 
 Blog de vivendo : Expressando Emoções, So não erra quem não faz

domingo, 22 de abril de 2012

JOÃO 3.16


  • Na cidade de São Paulo, numa noite fria e escura  de  inverno, próximo a uma  esquina por onde passavam várias pessoas, um garotinho  vendia balas a fim de conseguir alguns trocados. Mas o frio estava  intenso e  as pessoas já não paravam mais quando ele as chamava.
  •    Sem conseguir  vender mais nenhuma bala,  ele   sentou na escada em frente a uma loja e ficou  observando o movimento das  pessoas.   Sem que ele percebesse, um policial se aproximou. -"Está perdido, filho?"   O garoto balançou a cabeça. -"Só estou pensando onde vou passar a noite  hoje...  normalmente durmo em  minha caixa de papelão, perto do correio,   mas   hoje o   frio está  terrível...
  • -O  senhor sabe me dizer se há algum lugar  onde eu  possa  passar esta noite?" O policial mirou-o por uns instantes e coçou a cabeça,  pensativo.  -"Se você descer por esta rua", disse ele apontando o  polegar na direção de  uma rua, à esquerda, lá embaixo vai  encontrar um casarão branco; chegando  lá, bata na porta e  quando atenderem apenas  diga:  "João  3:16 ".
  •   Assim fez o garoto. Desceu a rua estreita e    quando  chegou em frente ao  casarão branco, subiu os degraus da escada e bateu na   porta. Quem atendeu  foi uma mulher idosa, de feição bondosa. - "João 3:16", disse ele, sem entender direito.
  • - "Entre, meu filho". A voz era meiga e agradável. Assim que ele entrou, foi conduzido por ela  até a  cozinha onde havia uma  cadeira de balanço antiga,bem ao lado de um velho  fogão de lenha  -"Sente-se, filho, e espere um instante, tá?" O garoto se sentou e, enquanto observava a bondosa  mulher se afastar, pensou  consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o  que isso  significa mas sei que  aquece a um garoto com frio".
  • Pouco tempo depois  a  mulher voltou. -"Você está com fome?" , perguntou ela. -"Estou um pouquinho, sim... há dois dias não  como nada  e meu  estômago já  começa a roncar.." A mulher então o levou até a sala de jantar, onde  havia  uma mesa repleta de  comida.  Rapidamente o garoto sentou-se à  mesa  e  começou  a comer ; comeu de  tudo, até não  aguentar mais. Então ele pensou  consigo  mesmo:   "João 3:16... Eu não entendo o que isso  significa, mas sei que  mata a fome de um garoto faminto".
  • Depois, a bondosa senhora o levou ao andar superior,  onde se encontrava um  quartinho com uma          banheira cheia de água quente. O  garoto só esperou que a  mulher se afastasse e então rapidamente se despiu  e  tomou um belo banho, como há muito tempo não fazia. Enquanto esfregava  a  bucha pelo corpo pensou  consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o  que isso significa, mas sei  que torna limpo um garoto que há muito tempo  estava sujo".
  • Cerca de meia  hora depois a bondosa mulher voltou  e levou o  garoto até um quarto onde  havia uma cama de madeira,  a  antiga, mas grande e confortável. Ela o abraçou, deu-lhe um beijo na testa e, após  deitá-  lo na cama, desligou  a luz e saiu. Ele se virou para o canto e ficou  imóvel, observando a garoa  que caía do outro lado do vidro  da janela. E ali, confortável como nunca,  ele pensou consigo mesmo:  "João 3:16... Eu não entendo  o que isso  significa,  mas sei que dá repouso a um garoto cansado".
  • No outro dia, de manhã, a bondosa senhora preparou uma  bela e farta mesa e o  convidou para o café da manhã. Quando o garoto terminou  de comer, ela o levou  até a cadeira de balanço, próximo ao fogão de lenha. Depois seguiu até uma  prateleira e apanhou um livro grande, de capa escura. Era uma Bíblia. Ela  voltou, sentou-se numa outra cadeira, próximo ao  garoto  e olhou dentro dos  olhos dele, de maneira doce e amigável.
  •   -"Você entende João 3:16, filho?" -"Não, senhora... eu não entendo... A primeira vez que  ouvi isso foi ontem à  noite... um policial que falou...". Ela concordou com a cabeça, abriu a Bíblia em João 3:16  e começou a explicar  sobre Jesus. E ali, aquecido junto ao velho fogão de  lenha, o garoto  entregou o coração e a vida a Jesus. E enquanto lágrimas de felicidade deixavam seus olhos e rolavam face à baixo, ele pensou  consigo mesmo: "João  3:16... ainda não entendo muito bem o que isso  significa, mas agora sei que  isso faz um garoto perdido se sentir realmente  seguro" .
  • (João 3:16)"Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16) Deus não mandou Jesus para condenar o mundo, mas sim   para salvá-lo. Aquele   que crer em Jesus  não será condenado, mas terá a vida  eterna! 
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  • Em parceria com o melhor locutor de todos os tempos,
    Link dessa mensagem na vóz belíssima do Locutor ROBSON FERNANDES Obrigado pelo carinho! 
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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Anjo Das Ruas

 


Quem é aquele garoto de pé no chão?
Com a fisionomia pálida?
Está frio
E aquele garoto se encolhe,
Procurando um "por quê" com os olhos...
Por que é diferente...
O por que não pode brincar no parque
Sem ser expulso e chamado de menino de rua...
O por que não vai a escola,
Como as outras crianças...
O por que não tem um pai
Para jogar bola no fim de semana.
O por que não tem uma mãe para acordar de madrugada
Para ver se está quentinho em sua cama.
O por que não tem amigos,
Para ficar a tarde inteira no videogame.
Ele chora...
E não tem ninguém para lhe ensinar
o por que o coração doe,
E as lágrimas nascem...
Está sozinho...
Com frio, fome e carência...
Garoto inocente,
Que não quer matar e nem roubar,
Mas sim ganhar amor e carinho.
Garoto que sonha em ser jogador de futebol.
Garoto igual aos outros...
Mas sem lar...
Anjo da Madrugada
Que mora nos becos da vida
Anjo Inocente...
Anjo Criança...
Anjo Carente...
É esse garoto,
O Anjo Das Ruas.

domingo, 13 de novembro de 2011

O Vendedor de balões


O Vendedor de balões
Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse. 
Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões. 
Havia ali perto um menino negro. 
Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões. 
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco. 
Todos foram subindo até sumirem de vista. 
O menino, de olhar atento, seguia a cada um. 
Ficava imaginando mil coisas... 
Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto. 
Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou: 
- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros? 
O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse: 
- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir. 


Anthony de Mello. 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A virtude da disciplina

Amados, me desculpem a ausência, mas é com carinho que retorno com mensagens maravilhosas de esperança e fé para todos,,,,,, um grande abraço e boa leitura a todos, obrigado pelo carinho.

A virtude da disciplina
Certas palavras e expressões às vezes têm seu sentido deturpado ou reduzido.
 Assim ocorre com a disciplina, freqüentemente entendida como submissão a um agente externo.
 O termo remeteria à ação que sujeita a vontade de outrem.
Por exemplo, o pai que disciplina seu filho ou o comandante que conduz suas tropas sob um regime disciplinar severo.
 Embora a disciplina sob o aspecto exterior seja necessária, ela a tal não se circunscreve.
 Na realidade, é sob o prisma interno que a disciplina revela seu mais rico potencial.
 Trata-se de uma virtude que viabiliza a aquisição de todas as outras.
 Sem disciplina, não há avanço e transformação moral e intelectual.
 A criatura indisciplinada permanece como sempre foi.
 Seus vícios e debilidades não encontram firme oposição e os mesmos erros são incessantemente repetidos.
 A disciplina atua no plano da vontade.
 Ela estabelece regras e define como deve ser o comportamento futuro.
 O homem disciplinado diz a si mesmo que deve fazer e se mantém firme no propósito.
 Mesmo contra seus interesses e tendências naturais, segue o programa de melhoramento que se impôs como meta.
 A disciplina consiste em uma força interior que permite a alteração de velhos hábitos.
 Não se trata apenas de decidir ser melhor, mas de colocar em prática o que se decidiu.
 Certamente há vacilos, mas logo o homem disciplinado retoma seu projeto inicial.
 Ele não se permite desistir, quando percebe a viabilidade da meta que elegeu para si.
 Todos os Espíritos, atualmente vinculados à Terra, já passaram por incontáveis encarnações.
 No longo processo de aprendizado, cometeram muitos equívocos e desenvolveram maus hábitos.
 Certas tendências do pretérito remoto ainda hoje se fazem presentes nos homens.
 Nos primórdios da evolução, o Espírito era despido de cogitações intelectuais e morais mais complexas.
 As preocupações do ser resumiam-se à preservação da vida e à perpetuação da espécie.
 O tempo não gasto com a satisfação dessas necessidades era dedicado ao ócio.
 Assim, o gosto excessivo pelo descanso lembra as fases primitivas da existência imortal.
 O mesmo ocorre com a preocupação desmedida com alimentação e sexo.
 Nada há de errado com a satisfação das necessidades elementares da vida, em um contexto de dignidade.
 O vício reside no excesso e na fixação do pensamento em atividades que são meramente instrumentais.
 A destinação do Espírito humano é excelsa.
 Compete-lhe vencer a si mesmo, libertar-se de hábitos primários e preparar-se para experiências transcendentais do intelecto e do sentimento.
 Ocorre que isso somente é possível com muita disciplina.
 Sem uma vontade firme aplicada na correção do próprio comportamento, ninguém avança.
 Maus hábitos, como maledicência, gula, preguiça e leviandade sexual, não somem por si sós.
 Eles devem ser corajosamente enfrentados e subjugados.
 O abandono de vícios é lento e doloroso.
 No princípio, o esforço necessário é hercúleo.
 Mas gradualmente se percebe o peso que representam as más tendências.
 Surge uma sensação de liberdade e de leveza, com a adoção de um padrão digno de comportamento.
 Então, o que era difícil se torna fácil e prazeroso, pois a disciplina gera a espontaneidade.
 Pense nisso.
 
Autor:
Redação do Momento Espírita. 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O Veneno


Era uma vez, há muitos e muitos anos, uma moça muito bonita chamada Lili, moradora de uma pequena aldeia chinesa, ela tinha acabado de se casar e, como mandava a tradição, fora morar com a sogra. Mas, com apenas uma semana de convivência, a recém-casada começou a se desentender com a velha.

Lili implicava com as manias da sogra, punha defeito em tudo o que ela fazia, detestava seu jeito, temperamento e humor. Em um mês, as discussões e brigas eram freqüentes e intermináveis.

Desesperada com a situação, Lili procurou o venerável senhor Huang, o ancião da aldeia, explicou-lhe como sua vida tinha se transformado num inferno e lhe pediu um pouco de veneno para se livrar da sogra.

O sábio ouviu atentamente e, depois de refletir, disse que iria ajudá-la:

- Você é jovem, tem a vida toda pela frente e merece a felicidade. Vou lhe dar essa mistura de ervas, que é um veneno de ação lenta. Misture-o no chá da sua sogra a cada dois dias e, em alguns meses, ela nunca mais a molestará. Observe apenas isto: para não despertar suspeitas, você deve tratá-la com respeito e cordialidade.

Lili escondeu as ervas em sua roupa e voltou para casa decidida a levar a cabo o seu plano.

Assim, a moça passou a disfarçar sua aversão à sogra e começou a tratá-la como se fosse uma amiga de infância. De manhã, tomava sol com ela na varanda, depois a ajudava a preparar o almoço e, no fim da tarde, servia-lhe o chá que a cada dois dias, conforme as instruções de mestre Huang.

Com esse novo comportamento, em apenas alguns dias o clima na casa mudou totalmente. As brigas e as discussões cessaram. Em um mês a família já se reunia após o jantar para contar histórias e trocar experiências. Em dois meses, Lili, o marido e a sogra passaram a fazer passeios juntos, como se sempre tivessem sido uma família unida e feliz.

Foi por volta dessa época que Lili percebeu que não estava representando mais, ela realmente tinha se afeiçoado à sogra. Arrependida de um dia ter planejado assassiná-la, Lili correu a visitar novamente o sábio da aldeia.

- Venerável Huang, disse ela, lamento o que fiz. Eu lhe imploro, dê-me o antídoto para a mistura de ervas que o Senhor me deu. Não quero mais que a minha sogra morra. Ela se tornou uma senhora gentil, que eu a prezo, como se fosse minha própria mãe.

Com aquele jeito misterioso e astuto dos sábios chineses, mestre Huang sorriu:

- Lili, disse ele, não precisa se preocupar. As ervas que lhe dei não eram venenosas, e sim vitaminas para fortalecer a saúde de sua sogra. O único veneno que havia estava apenas na sua mente e na sua atitude. Mas ele foi jogado fora quando você abandonou suas resistências e prevenções e foi substituído pelo apreço que você agora sente por ela.
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É  Meus amados internautas, ACREDITEM ,O VENENO que nós mesmos temos dentro de nós É TERRÍVEL.
Para termos paciência,perdoar, respeitar, e saber amar como Jesus amou, é preciso REPUDIAR O SEU VENENO.
Se você mesma(o)não MUDAR o seu jeito de ser, agir, pensar, nunca terás PAZ no seu interior! PENSE NISSO! Mude , ainda dá tempo!  Com carinho Merice


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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Meu Pai é o piloto


O homem observou o menino na sala de espera do aeroporto, aguardando seu vôo.
Quando o embarque começou, o menino foi colocado na frente da fila, para entrar e encontrar seu assento antes dos adultos.
Ao entrar no avião, o homem viu que o menino estava sentado ao lado de sua poltrona.
O menino foi cortês quando puxou conversa com ele e, em seguida, começou a passar o tempo colorindo um livro.
Não demonstrava ansiedade ou preocupação com o vôo enquanto as preparações para a decolagem estavam sendo feitas.
Durante o vôo, o avião entrou numa tempestade muito forte, o que fez que ele balançasse como uma pena ao vento. A turbulência e as sacudidas bruscas assustaram alguns passageiros.
Mas o menino parecia encarar tudo com a maior naturalidade.
Uma das passageiras, sentada do outro lado do corredor, ficou preocupada com aquilo tudo e perguntou ao menino:
- Você não está com medo?
- Não senhora, não tenho medo, ele respondeu, levantando os olhos rapidamente de seu livro de colorir.

Meu Pai é o Piloto!



Em Deus ponho a minha confiança, e não terei medo" (Salmos 56:11). 
Existem situações em nossa vida que lembram um avião passando por uma forte tempestade.
Por mais que tentemos, não conseguimos nos sentir em terra firme. Temos a sensação de que estamos pendurados no ar sem nada a nos sustentar, a nos segurar, em que nos apoiarmos, e que nos sirva de socorro.Nestas horas devemos lembrar, com serenidade e confiança, que: 
MEU PAI É O PILOTO


Reflexões sobre a pandemia – Covid 19

  Olá queridos leitores, Hoje depois de muito tempo ,passei por aqui para refletirmos juntos. QUE ÉPOCA MEU DEUS !!  PANDEMIA, SIM UMA PANDE...